Certificados Digitais
Gerencie certificados PFX, PEM e CER — visualize, converta, valide e extraia informações detalhadas de certificados digitais utilizados na emissão de NF-e, CT-e, MDF-e e outros documentos fiscais eletrônicos.
Visualizar Certificado PFX
Visualize todas as informações de um certificado digital PFX/P12 incluindo razão social, CNPJ, emitente, vencimento, serial, subject, issuer, SHA1 e SHA256.
Alterar Senha do PFX
Altere a senha de proteção de um certificado PFX/P12 preservando chave privada e cadeia quando o arquivo for compatível.
Editar Certificado
Crie um certificado autoassinado de teste a partir dos dados de um PFX/P12 existente.
Comparar Certificados
Compare dois certificados PFX lado a lado e identifique as diferenças.
Converter PFX para PEM
Converta um certificado PFX/P12 para o formato PEM, extraindo o certificado e a chave privada.
Converter PEM para PFX
Converta certificados e chaves privadas em formato PEM para o formato PFX/P12.
Extrair Certificado CER
Extraia o certificado digital (arquivo .CER/.CRT) de um arquivo PFX/P12.
Extrair Chave Privada
Extraia a chave privada de um certificado PFX/P12 em formato PEM.
Validar Certificado
Verifique se um certificado digital PFX está válido e quantos dias restam até o vencimento.
Visualizador ASN1
Visualize a estrutura ASN1/DER de um certificado ou chave privada em árvore hierárquica.
Guia
Certificados digitais são essenciais para a emissão de documentos fiscais eletrônicos no Brasil. Eles garantem a autenticidade e a integridade das notas fiscais transmitidas às Secretarias da Fazenda (SEFAZ). Entender os tipos, formatos e como gerenciá-los é fundamental para qualquer desenvolvedor ou empresa que trabalha com emissão de NF-e, CT-e, MDF-e, NFS-e e outros documentos eletrônicos exigidos pela legislação fiscal brasileira.
O que são certificados digitais?
Um certificado digital é um arquivo eletrônico que funciona como uma "identidade digital" de uma pessoa física ou jurídica. Ele contém chaves criptográficas que permitem assinar eletronicamente documentos, autenticar transmissões e garantir que a comunicação com a SEFAZ seja segura e confiável. No contexto fiscal, o certificado é obrigatório para que a empresa possa emitir notas fiscais eletrônicas, pois ele comprova a identidade do emitente perante a autoridade fiscal.
Principais tipos de certificado
Os certificados mais utilizados no Brasil para fins fiscais são: e-CNPJ (pessoa jurídica, mais comum para empresas), e-CPF (pessoa física, usado por MEIs e profissionais autônomos), e-ICP-Brasil (certificado público, emitido pelo governo federal) e o e-CERT (certificado privado emitido por Autoridades Certificadoras autorizadas como Serpro, Certisign, Valid e outras). A escolha depende do tipo de operação e da SEFAZ de destino.
Formatos de arquivo: PFX, PEM e CER
Os certificados digitais podem estar em diferentes formatos de arquivo. O formato PFX (também conhecido como PKCS#12) é o mais comum para download a partir dos portais das ACs e contém a chave privada, o certificado público e a cadeia de certificação em um único arquivo protegido por senha. O formato PEM (Privacy-Enhanced Mail) armazena os dados em texto Base64 com delimitadores claros e é mais utilizado em ambientes de servidor. O formato CER é o certificado público (sem chave privada), útil para validação e inspeção, mas não para assinatura.
Por que validar seu certificado?
Validar um certificado digital antes de utilizá-lo evita falhas na transmissão de documentos fiscais à SEFAZ. Erros comuns incluem certificados expirados, senhas incorretas, cadeia de certificação incompleta e certificados emitidos para CNPJ inativo. Ferramentas de validação permitem verificar a data de validade, o emitente, as extensões de uso (como assinatura digital e criptografia de e-mail) e se o certificado está na lista de confiança da autoridade certificadora.
Boas práticas para desenvolvedores
Ao trabalhar com certificados digitais em aplicações, nunca armazene chaves privadas em repositórios de código-fonte. Utilize variáveis de ambiente ou vaults de segurança para armazenar as senhas e os caminhos dos arquivos. Implemente validações automáticas de prazo de validade antes de tentar assinar documentos. Considere usar certificados A1 (válidos por 1 ano) para ambientes de homologação e A3 (válidos por 2-3 anos) para produção, mantendo sempre um processo de renovação antecipado.