SEFAZ
Monte e confira chaves de NF-e/NFC-e, calcule DVs, converta códigos de UF e codifique URLs de consulta em QR Code. Conferência local para testes e diagnóstico, sem consulta de autorização.
Mais usadas por desenvolvedores
Gerador de Chave de Acesso
Monte chaves de teste de NF-e (55) e NFC-e (65), com CPF ou CNPJ numérico/alfanumérico e DV calculado.
Validador de Chave de Acesso
Confira estrutura, campos e DVs de chaves NF-e/NFC-e de 44 posições e extraia suas informações.
Gerador QRCode NFC-e
Converta a URL completa de consulta da NFC-e em QR Code PNG, preservando exatamente os parâmetros.
Calculadora DV
Calcule o DV numérico dos 43 primeiros caracteres de uma chave, com a regra ASCII menos 48 e módulo 11.
Outras ferramentas
Conteúdo feito para orientar o próximo passo
O material da categoria SEFAZ combina ferramentas executáveis com explicações sobre método, escopo e limites. O objetivo é ajudar no diagnóstico, não substituir uma consulta oficial ou uma decisão técnica sem contexto.
Cada página descreve o que foi calculado ou inspecionado, registra limitações conhecidas e diferencia um resultado local de uma validação feita por SEFAZ, Receita Federal ou autoridade certificadora.
Encontrou uma inconsistência? Envie a URL e um exemplo fictício mínimo. Assim, conseguimos revisar o conteúdo sem receber certificados, chaves privadas, senhas ou dados de produção.
Guia técnico da categoria
A SEFAZ (Secretaria da Fazenda) é o órgão responsável pela administração tributária nos estados brasileiros e pela emissão e validação de documentos fiscais eletrônicos. Cada estado possui sua própria SEFAZ, que autoriza a emissão de NF-e (Nota Fiscal Eletrônica), CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico), MDF-e (Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais) e outros documentos. Entender os protocolos, chaves de acesso e regras de validação da SEFAZ é essencial para trabalhar com emissão fiscal.
Chave de acesso de NF-e
A chave de acesso de uma NF-e tem 44 posições e identifica o documento fiscal eletrônico. Ela é composta por: código da UF (2 dígitos), AAMM (ano e mês de emissão, 4 dígitos), CNPJ/CPF do emitente (14 posições), modelo do documento (2 dígitos), série (3 dígitos), número do documento (9 dígitos), forma de emissão (1 dígito), código numérico aleatório (8 dígitos) e dígito verificador (1 dígito). As letras do CNPJ alfanumérico ocupam somente as posições 7 a 18; o CPF recebe zeros à esquerda até completar 14 posições. Essa chave é usada para consulta, cancelamento e conferência do documento.
Dígito verificador (DV)
O dígito verificador da chave de acesso é calculado utilizando o algoritmo Módulo 11 sobre os primeiros 43 caracteres da chave. Esse DV serve para detectar erros de digitação na chave, mas não confirma autorização ou validade dos demais campos. O cálculo envolve converter cada caractere em seu código ASCII menos 48 e multiplicá-lo, da direita para a esquerda, por pesos crescentes (2, 3, 4, ..., até 9, reiniciando o ciclo), somar os produtos, calcular o módulo 11 e subtrair de 11. Se o resultado for 11, o DV é 0; se for 10, o DV é 0 por convenção.
Consultas na SEFAZ
Os serviços oficiais permitem consultar a situação do documento, protocolos de autorização e eventos relacionados. Uma chave com estrutura e dígitos verificadores corretos não comprova que o documento foi autorizado. As ferramentas desta categoria processam os dados localmente e não realizam essas consultas.
QRCode de NFC-e
A NFC-e (Nota Fiscal do Consumidor Eletrônica) exibe um QRCode que permite ao consumidor consultar os dados da nota fiscal pelo celular. O QR Code representa uma URL cujos parâmetros dependem da versão, do tipo de emissão e da UF. Na versão 3 online, por exemplo, são informados chave, versão e ambiente; a contingência possui campos adicionais. A ferramenta apenas codifica a URL completa fornecida pelo emissor, sem calcular CSC, hash ou assinatura.
Código numérico da chave
O código numérico cNF ocupa 8 posições da chave de acesso de NF-e/NFC-e e deve corresponder ao campo informado no XML. Nesta ferramenta, o código é fornecido pelo usuário e completado com zeros à esquerda quando necessário. O cálculo do DV não comprova a aleatoriedade do código nem substitui as regras de geração do sistema emissor.