XML
Formate, valide, converta e assine documentos XML com facilidade. Ferramentas essenciais para trabalhar com XML de NF-e, CT-e, MDF-e e outros documentos fiscais eletrônicos brasileiros.
Formatador XML
Formate e indente documentos XML para melhor legibilidade.
Minificador XML
Remova espaços em branco e quebras de linha de documentos XML.
Assinador XML
Assine documentos XML (XMLDSig) usando seu certificado digital PFX.
Validador XML
Valide a sintaxe de documentos XML e identifique erros.
Visualizador XML
Visualize documentos XML em árvore hierárquica com expansão e seleção de nós.
Comparar XML
Compare dois documentos XML lado a lado e identifique todas as diferenças.
Base64 XML
Codifique ou decodifique conteúdo XML em Base64.
XML para JSON
Converta documentos XML para o formato JSON de forma rápida e precisa.
JSON para XML
Converta objetos JSON para o formato XML.
Guia
O formato XML (eXtensible Markup Language) é a base da transmissão de documentos fiscais eletrônicos no Brasil. Toda nota fiscal eletrônica — seja NF-e, CT-e, MDF-e, NFS-e ou NFC-e — é transmitida à SEFAZ em formato XML. Dominar o trabalho com XML é, portanto, uma necessidade prática para desenvolvedores, contadores e empresas que lidam com obrigações fiscais diárias.
Por que XML é tão importante no fiscal?
O governo brasileiro adotou o XML como formato padrão para a transmissão de documentos fiscais justamente por ser um formato textual, legível por humanos e máquinas, e que permite validação rigorosa de estrutura. A SEFAZ define esquemas XSD (XML Schema Definition) que especificam exatamente quais tags, atributos e valores são aceitos em cada tipo de documento. Uma NF-e, por exemplo, deve seguir rigorosamente o schema da Nota Fiscal para ser aceita na transmissão.
Estrutura básica de um XML fiscal
Um XML de NF-e contém elementos como <infNFe> (informações gerais da nota), <ide> (identificação), <emit> (emitente), <dest> (destinatário), <det> (detalhes dos produtos/serviços), <transp> (informações de transporte) e <total> (totais da nota). Cada elemento possui subelementos com regras específicas de preenchimento definidas pela SEFAZ. Entender essa estrutura é fundamental para criar, editar e validar XMLs corretamente.
Formatação e indentação de XML
XMLs gerados automaticamente por sistemas muitas vezes vêm em uma única linha, sem formatação, o que dificulta a leitura e depuração. Ferramentas de formatação (pretty-print) indentam o documento corretamente, adicionando espaços e quebras de linha que tornam a estrutura hierárquica visível. Isso é especialmente útil ao comparar XMLs, identificar erros de estrutura ou revisar dados antes de uma transmissão.
Validação de XML contra XSD
Validar um XML significa verificar se ele está em conformidade com o esquema XSD definido pela SEFAZ. Uma validação identifica erros como campos obrigatórios ausentes, valores fora do intervalo permitido, formatos de data incorretos e hierarquia de tags errada. Validar antes de transmitir evita rejeições e retrabalho. Ferramentas de validação podem carregar os schemas oficiais (como nfe_v4.00.xsd) e apontar exatamente onde o XML diverge do padrão.
Conversão entre formatos
Muitas vezes é necessário converter XML para outros formatos como JSON, CSV ou HTML para visualização, integração com sistemas legados ou geração de relatórios. Da mesma forma, pode ser necessário gerar XML a partir de dados em JSON ou planilhas. Ferramentas de conversão automatizam esse processo, preservando a integridade dos dados e respeitando as regras de encoding (geralmente UTF-8) exigidas pela SEFAZ.