Criptografia
Gere hashes MD5, SHA-1 e SHA-256, codifique e decodifique Base64, crie UUIDs, gere senhas aleatórias e explore operações criptográficas para desenvolvimento. Cada algoritmo tem um escopo: hash não é criptografia reversível, e Base64 é apenas codificação.
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O material da categoria Criptografia combina ferramentas executáveis com explicações sobre método, escopo e limites. O objetivo é ajudar no diagnóstico, não substituir uma consulta oficial ou uma decisão técnica sem contexto.
Cada página descreve o que foi calculado ou inspecionado, registra limitações conhecidas e diferencia um resultado local de uma validação feita por SEFAZ, Receita Federal ou autoridade certificadora.
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Guia técnico da categoria
Criptografia é a ciência de proteger informações tornando-as ilegíveis para quem não possui a chave correta. No desenvolvimento de software, especialmente no contexto de sistemas fiscais e aplicações web, a criptografia é utilizada diariamente para assinar documentos, gerar hashes de integridade, proteger senhas e codificar dados em trânsito. Conhecer as principais operações criptográficas é essencial para qualquer desenvolvedor.
O que são hashes?
Um hash é uma função que recebe uma entrada de tamanho arbitrário e produz um valor de tamanho fixo (digest ou fingerprint). Em funções criptográficas, a mesma entrada produz o mesmo resultado e deve ser difícil encontrar entradas com o mesmo digest; isso não significa que o original nunca possa ser descoberto por tentativa e comparação. Hashes ajudam a comparar integridade e aparecem em assinaturas, mas armazenamento de senhas requer funções próprias de derivação, como as recomendadas para esse fim.
Algoritmos de hash mais utilizados
MD5 gera hashes de 128 bits (32 caracteres hexadecimais) e possui colisões conhecidas; não deve ser escolhido para novas aplicações de segurança. SHA-1 gera hashes de 160 bits (40 caracteres) e também não é indicado para novas assinaturas ou usos que dependam de resistência a colisões. SHA-256, da família SHA-2, gera 256 bits (64 caracteres) e é uma opção comum para integridade e protocolos que o especificam; confirme sempre o algoritmo exigido pelo destinatário ou manual fiscal.
Codificação Base64
Base64 não é criptografia, mas sim uma codificação que transforma dados binários em texto ASCII, usando 64 caracteres (a-z, A-Z, 0-9, + e /). É amplamente utilizada para transmitir dados binários em ambientes de texto, como e-mails, URLs e, particularmente, para enviar o conteúdo XML assinado em requisições HTTP. Muitos certificados digitais e assinaturas de documentos fiscais são codificados em Base64 para transporte.
UUIDs e geração de identificadores
UUID (Universally Unique Identifier) é um identificador de 128 bits projetado para tornar colisões extremamente improváveis quando gerado corretamente, mesmo sem coordenação central. UUIDs são usados para identificar transações, logs, eventos e recursos em sistemas distribuídos. No contexto fiscal, podem servir como identificadores internos; não substituem campos definidos pelo documento ou pelo protocolo. O UUID v4 é gerado aleatoriamente.
Geração de senhas aleatórias
Gerar senhas aleatórias pode reduzir padrões previsíveis em acessos a sistemas, APIs e certificados digitais. O tamanho e a composição devem seguir a política do serviço; comprimento, aleatoriedade e armazenamento adequado importam mais do que uma combinação fixa de tipos de caracteres. Ferramentas que usam a fonte aleatória criptográfica do navegador ajudam na geração, mas não substituem a política de acesso, o armazenamento e a rotação definidos pelo serviço.